Corpo de Bombeiros reforça que segurança está em primeiro lugar e explica sobre trios elétricos parados durante chuva

Trios elétricos da Banda do Vai Quem Quer ficaram parados devido a chuva

O período de chuva tem aumentado a atenção quanto a possíveis acidentes com descargas elétricas durante este carnaval. Para a segurança das equipes técnicas e, principalmente, dos foliões, o Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) reforça medidas preventivas, a exemplo dos trios elétricos que permanecem parados durante a chuva, por concentrarem grande quantidade de equipamentos elétricos e estruturas metálicas elevadas, o que aumenta o risco de choques elétricos.

O fato pôde ser constatado no final da tarde de sábado (14), durante o desfile da Banda do Vai Quem Quer, o maior bloco carnavalesco da Região Norte. No início do percurso, uma forte chuva desabou em Porto Velho, fazendo com que medidas fossem colocadas em prática. Durante a chuva, os trios elétricos ficaram parados, mas a festa foi mantida.

Diante do ocorrido, o Corpo de Bombeiros Militar emitiu uma nota esclarecendo sobre a segurança elétrica e operação de trios elétricos sob chuva. A Corporação deixa claro que, a dinâmica de segurança aplicada aos trios e blocos não se trata de uma decisão isolada ou impositiva, mas, sim, o reflexo de uma junção de fatores técnicos e normas de segurança fundamentais para a preservação da vida, ou seja, qualquer medida tomada tem como base normas de segurança e análise de risco.

NORMAS DE SEGURANÇA

A liberação para retomada das atividades só deve ocorrer após avaliação das condições climáticas. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, os organizadores de eventos são responsáveis por cumprir os protocolos de segurança e manter equipes técnicas preparadas para agir em caso de emergência.

Para a Corporação, o cumprimento das regras demonstra responsabilidade e compromisso com a integridade física de todos os envolvidos, reforçando que nenhuma programação festiva pode colocar em risco as normas de segurança e da proteção à vida.

Fonte: Secom/RO

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