
A semana inicia com a necessidade de alerta na saúde em Porto Velho/RO com a confirmação de mais dois casos de Mpox na Capital, subindo para o total de seis já registrados desde a última sexta-feira. São cinco homens, com idades entre 20 e 27 anos, e uma adolescente de 16 anos que seguem em tratamento, conforme dados atualizados da Monkeypox (Mpox), apresentados pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).
Na última semana, tanto a Agevisa, quanto a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) comunicaram oficialmente, durante coletiva de imprensa, os casos de Mpox registrados em Porto Velho (vídeo). Agora, com a confirmação de novos casos, a Capital acendeu o sinal de alerta das autoridades de saúde, o que requer uma atenção redobrada por parte da população.
Os pacientes com confirmação da doença foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), onde passaram por avaliação clínica, receberam todas as orientações necessárias e permanecem em isolamento e recebem acompanhamento pela equipe de saúde para avaliação de possíveis complicações, conforme os protocolos de vigilância em saúde. Mesmo com os seis casos já confirmados, a situação está com controle constante, e reforça a responsabilidade coletiva para evitar a propagação do vírus. Em todos os casos até o momento confirmados, não há histórico de viagens dos pacientes, ou seja, o vírus circula em Porto Velho e a vigilância trabalha para controlar a cadeia de transmissão.
SINTOMAS E TRANSMISSÃO
A mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, secreções respiratórias e objetos contaminados. Entre os principais sintomas estão:
- Febre;
- Dor de cabeça;
- Dores musculares;
- Inchaço dos gânglios linfáticos;
- Lesões ou erupções cutâneas;
As lesões podem surgir em diversas partes do corpo, inclusive na região genital. A orientação é que pessoas com sintomas procurem imediatamente atendimento médico e evitem contato próximo com outras pessoas.
PREVENÇÃO E ORIENTAÇÃO
Medidas simples, mas eficazes, devem ser levadas a sério para conter o avanço dos casos, tais como:
- Evitar contato com pessoas que apresentem lesões suspeitas;
- Não compartilhar objetos pessoais;
- Manter a higienização frequente das mãos;
- Utilizar preservativo nas relações sexuais.
O Brasil confirmou 55 casos de Mpox nos primeiros dois meses de 2026, de acordo com dados divulgados por órgãos vinculados ao Ministério da Saúde, sendo que a maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados, sem registro de agravamento em larga escala até o momento.
Da Redação