COMBATE AO CRIME

Rondônia amplia guerra contra facções com adesão ao “Brasil Contra o Crime Organizado”

Governo fortalece ofensiva contra o crime organizado com adesão a plano nacional

Em mais um avanço no enfrentamento à criminalidade, Rondônia passou a integrar ao Plano Nacional de Combate ao Crime Organizado “Brasil Contra o Crime Organizado”, lançado pelo Governo Federal, na terça-feira (12). A iniciativa fortalece a atuação integrada das forças de segurança, amplia o combate às facções criminosas e intensifica ações estratégicas de inteligência e repressão ao crime em todo o país.

Conforme destacado pelo governo do estado, formalizado por decreto presidencial Decreto nº 12.966, de 12 de maio de 2026 o programa  prevê investimentos de aproximadamente R$ 11,1 bilhões para ampliação das ações de segurança pública, fortalecimento do sistema prisional e integração entre União, estados e municípios no enfrentamento às organizações criminosas.

O plano nacional foi estruturado em quatro eixos principais de atuação: fortalecimento da inteligência e monitoramento integrado; ampliação das operações conjuntas de combate ao crime organizado e tráfico de armas; intensificação das ações de investigação patrimonial e asfixia financeira das facções criminosas; além da cooperação técnica e ampliação de investimentos em segurança pública por meio de recursos federais e financiamentos.

Em Rondônia, a coordenação das ações ficará sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), que já possui planejamento estratégico definido para execução das medidas previstas no plano nacional.

Rondônia já vem desenvolvendo ações permanentes de enfrentamento ao crime organizado e que a adesão ao programa federal fortalece ainda mais a capacidade operacional das forças de segurança.

SOBRE O PLANO

Ações de segurança pública serão fortalecida no país

O programa “Brasil Contra o Crime Organizado” foi estruturado em quatro eixos principais: asfixia financeira do crime organizado; enfrentamento ao tráfico de armas; ampliação das taxas de esclarecimento de homicídios; e reforço da segurança no sistema prisional.

Entre as medidas previstas, estão: o fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), ampliação dos Centros Integrados de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifras), utilização de novas tecnologias para rastreamento de fluxos ilícitos, além da ampliação de leilões de bens apreendidos.

Na área penitenciária, o programa prevê reforço da inteligência penal, implantação de padrões de segurança máxima em 138 presídios estaduais, bloqueio de comunicações ilícitas e criação do Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip).

Já no eixo de esclarecimento de homicídios, a estratégia nacional prevê investimentos no fortalecimento das polícias científicas, institutos médico-legais, ampliação dos bancos de perfis genéticos e modernização do sistema nacional de análise balística.

Fonte: Governo RO

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